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Experiência do usuário: como a biometria facial auxilia nesse processo?

Tempo de leitura: 3 minutos

O conceito de experiência do usuário, ou User Experience (UX), em inglês, ganha cada vez mais relevância no mercado. Ele trata da maneira como uma pessoa se sente ao interagir com determinado site, aplicativos e outras tecnologias utilizadas pelas empresas.

Aqui, existem duas aplicações distintas: a primeira trata dos clientes, que precisam de uma experiência positiva para aumentar as chances de retorno e fidelização. A segunda trata dos próprios colaboradores que utilizam o sistema, que sofrem impactos na produtividade dependendo de como é a usabilidade do sistema. 

Mas você sabia que a biometria facial pode ser uma aliada para a experiência do usuário? Neste conteúdo mostraremos o motivo, confira!

Por que é importante otimizar a experiência dos usuários?

A experiência do cliente está relacionada a sua satisfação ao utilizar os serviços da empresa. Por exemplo, em uma loja, a maneira como ele é atendido, a qualidade do ambiente e dos produtos são fatores que influenciam na visão que ele criará sobre o estabelecimento. 

Do mesmo modo, se ele não conseguir encontrar itens de qualidade ou precisar esperar muito tempo na fila de pagamento, a experiência é prejudicada. Tudo isso também se aplica nos ambientes digitais: sites que demoram para carregar, logins que falham ou páginas com problemas de segurança não causam uma boa impressão.

E o tema se torna ainda mais importante pela ascensão do consumidor mobile. Os smartphones se tornaram essenciais para grande parte das pessoas, que permanecem conectadas a maior parte do dia. Com isso, o uso de redes sociais e outros aplicativos teve um grande crescimento.

Agora, operações bancárias, compras e negociações são feitas pela internet, deixando a tecnologia em evidência. Assim, empresas que querem se manter competitivas e relevantes precisam se preparar para acompanhar as tendências. Nesse caso, não basta ter presença online e oferecer canais para os clientes.

O sistema que será utilizado pelo consumidor precisa ser desenvolvido com foco em UX, com uso intuitivo, segurança dos dados, carregamento rápido e facilidade de acesso. Portanto, ao desenvolver estratégias e soluções, a empresa precisa entender como será a experiência proporcionada, sempre buscando otimizá-la tanto em ambientes físicos quanto digitais. 

Como a biometria facial colabora com a experiência do usuário?

Após entender a importância da experiência do usuário nas ferramentas da empresa, é comum se perguntar quais soluções podem ser adotadas para isso. Aqui, a dica de ouro é investir em biometria facial para controle de acesso digital e validação de identidade. Quer entender por que essa é uma boa alternativa? 

Confira, a seguir, como ela auxilia na criação de uma experiência mais agradável para os usuários!

Facilitação de pagamentos

A tecnologia responsável pelo reconhecimento pode ser usada para agilizar pagamentos, tendo em vista que é uma tecnologia contactless. Assim, ela pode substituir o uso de dinheiro, cartões de crédito ou aplicativos para leitura de QR Code. 

Isso faz com que os atendimentos aconteçam de maneira mais rápida e com toda a segurança necessária para evitar fraudes, como poderia acontecer em caso de roubo de cartão ou vazamento de dados de aplicativos. Nos ambientes físicos, a agilidade traz outros benefícios: menos filas e mais rapidez na compra.

Simplicidade no processo

O processo de reconhecimento facial é feito rapidamente, por meio da conferência de diversos pontos da face do usuário. Com a solução certa, a empresa pode implementar a biometria em diversos sistemas, facilitando o login e a confirmação de transações.

Também não é necessário lembrar de diversos dados de autenticação, como e-mails e senhas que, muitas vezes, acabam esquecidos pela falta de uso. Isso deixa todo o processo mais simples, colaborando com a construção de uma experiência otimizada. 

Segurança no acesso

Por fim, a biometria facial reforça a segurança na liberação de acessos. Isso porque os sistemas que fazem o reconhecimento armazenam dados sobre diversos pontos da face e contam com um sistema de liveness detection, que faz a prova de vida.

Mas o que isso significa? Simples! Ele usa tecnologias que fazem a prova de vida em relação à imagem capturada. Assim, é possível proporcionar mais segurança para o controle de acesso e aumentar a proteção dos dados. 

Como vimos, a experiência do usuário tem grande influência nos resultados do negócio, tornando essencial que a empresa invista em soluções voltadas ao UX. Para tanto, o reconhecimento facial para validação de acessos e autenticação de transações traz diversos benefícios, trazendo uma opção interessante para os negócios que desejam acompanhar as tendências. 

Se você gostou do conteúdo e se interessou por essa solução, conheça os serviços da FullFace!

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Identity as a Service (IDaaS): compreendendo a identidade como serviço

Tempo de leitura: 5 minutos

O crescimento do uso da tecnologia na gestão de dados e a necessidade de proteger informações trouxeram destaque para o conceito de Identity as a Service (IDaaS). A solução ajuda no controle de acesso, especialmente diante de ferramentas como computação em nuvem e a necessidade de maior segurança digital. 

A sua empresa já conta com essa solução? Muitos negócios ainda contam apenas com sistemas internos para isso, sem ter serviços especializados para ajudar na autenticação de acesso. Contudo, diante da importância da segurança de dados, vale a pena conhecer as ferramentas disponíveis no mercado.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo para esclarecer o que é o IDaaS, os benefícios e serviços relacionados. Continue lendo!

O que é Identity as a Service?

O termo Identity as a Service pode ser traduzido como “Identidade como Serviço“. Mas o que isso realmente significa? O IDaaS trata de infraestruturas ofertadas por empresas especializadas para gerenciar acessos e validar usuários, com soluções baseadas em nuvem.

Ou seja, em vez de usar ferramentas próprias, você terceiriza o serviço para trazer mais segurança aos registros do negócio. Por isso, o conceito se relaciona com a Identity and Access Management (IAM), ou Gestão de Identidade e Acesso em português. 

Para tanto, o sistema do IDaaS atua como identificador, gerenciando os usuários que acessam os aplicativos vinculados à solução. O objetivo é garantir que eles são quem afirmam ser e que têm autorização para acesso. 

Dessa maneira, ele consegue incluir uma camada de segurança que permite rastrear os acessos e combate às tentativas de fraudes. Isso porque ele pode impedir o acesso de terceiros não autorizados, protegendo dados confidenciais. 

Quais os benefícios da IDaaS?

A segurança dos dados armazenados pela empresa é essencial para o negócio. Primeiramente, por trazer informações financeiras e segredos industriais que não devem ser acessados por qualquer pessoa. Depois, por ter registros de diversos usuários, como clientes e fornecedores, que devem ter proteção.

Esse cuidado se tornou ainda mais evidente com o surgimento da General Data Protection Regulation (GDPR), na Europa, seguida pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), já vigente no Brasil. Os regulamentos exigem a adoção de medidas de proteção e diversos cuidados no tratamento de informações dos usuários.

Eles garantem direitos para os titulares dos dados, deveres para quem realiza os tratamentos e punições para quem descumprir a legislação. Diante disso, o IDaaS consegue trazer benefícios importantes. Veja quais são!

Maior segurança nos dados

O primeiro grande benefício é a maior segurança dos dados registrados no sistema da empresa. O Identity as a Service aumenta os padrões de segurança na gestão de acessos, permitindo a definição  de hierarquias e liberação de registros somente para as pessoas autorizadas.

É possível configurar as permissões e autorizações, inclusive realizando as alterações devido à rescisão de contrato, entrada de novos colaboradores ou alterações de cargo. 

Possibilidade de mapear os acessos

Outro benefício é que o serviço permite mapear os acessos realizados, identificando a sua origem e regularidade. Também fica mais fácil entender como é o tráfego dos dados, por quais departamentos eles passam e como eles interagem com as ferramentas da empresa. 

Muitas vezes, as estruturas utilizadas trazem certa complexidade, o que pode dificultar o mapeamento. A contratação de um sistema de IDaaS também pode auxiliar na integração ao conectar várias ferramentas da empresa, enquanto também implementa o gerenciamento de acesso. 

Redução de custos e maior produtividade

A contratação do serviço tem um custo, mas consegue proporcionar economia para a empresa. Os acessos são feitos com segurança, mas têm menos complexidade, o que reduz problemas com a necessidade de redefinir senhas. Vale lembrar que o processo, muitas vezes, exige atenção do time de TI, que deixa de atuar em outras atividades importantes. 

Tudo isso também proporciona mais produtividade para os colaboradores, que conseguirão manter o foco em suas funções. Como consequência, a empresa consegue melhorar os resultados, sem aumento do investimento com folhas salariais. 

Por fim, a maior segurança reduz os riscos de vazamentos e outros problemas gerados pelos acessos indevidos, não é? Logo, você também terá menos riscos de arcar com multas, indenizações e outros prejuízos decorrentes das falhas no gerenciamento de acessos. 

Quais são os serviços ofertados?

Depois de entender o que é e os benefícios que o Identity as a Service oferece, que tal conhecer melhor os serviços ofertados por essas soluções? A seguir, você vai conhecer 3 ferramentas importantes de IDaaS, confira!

Single Sign On (SSO)

Também chamado de login de acesso único, o SSO é uma ferramenta que permite ao usuário acessar diversas aplicações com apenas uma autenticação. Ou seja, se a empresa conta com vários aplicativos, o trabalhador não precisará contar com vários registros, decorando logins e senhas variadas.

Tudo isso é feito com apenas um login, que garante agilidade e segurança no acesso às aplicações em nuvem ou móveis disponibilizadas pela empresa. Para tanto, são utilizadas as credenciais corporativas em um sistema de IDaaS. A empresa também tem acesso a um único local para conseguir gerenciar todos os aplicativos disponibilizados. 

Autenticação multifator (MFA)

Nesse caso, são usados vários fatores de identificação para validar o usuário. A ideia é aumentar a segurança, ao criar camadas extras de proteção no gerenciamento de acesso. Por exemplo, pode ser necessário um login e senha, além do uso de um dispositivo, como um USB (chave 2SV). 

Outras práticas comuns são o envio de códigos por celular ou e-mail, uso de aplicativos com tokens para liberação, etc. Além disso, ele pode ser usado em complemento com outras ferramentas que fazem do Identity as a Service, como a biométrica. A base para a criação de uma MFA de segurança costuma usar, ao menos, dois destes critérios:

  • conhecimento: uma informação que só o usuário saberia, como a senha cadastrada;
  • posse: um item que pertence ao usuário, como o celular ou outro dispositivo;
  • herança: uma característica do usuário, como a digital ou os traços da face.

Biometria

Uma solução importante de IDaaS que pode trazer bons resultados no combate à fraude é a biometria. Ela se baseia em características físicas que são únicas nas pessoas para validar o acesso a ambientes físicos e digitais. Ela pode ser feita de diversas formas, como:

  • impressão digital;
  • geometria das mãos;
  • reconhecimento de voz;
  • reconhecimento de íris ou de retina;
  • reconhecimento facial. 

Aqui, a biometria facial consegue ter diferenciais interessantes. A tecnologia é contactless e baseada em cerca de mil pontos da face, inclusive com a possibilidade de reconhecer traços de envelhecimento. Além disso, ele conta com a prova de vida, que é um sistema que verifica se a imagem obtida é de um organismo vivo, evitando a reprodução de fotografias e vídeos, o uso de máscaras e outras tentativas de spoofing.

Para isso,  você pode contar com a FullFace. Contamos com um API que se integra facilmente aos sistemas da empresa e cria um CPF digital aos usuários, sem fazer o registro de imagens nos bancos de dados. A validação do acesso é feita em poucos segundos, garantindo toda a agilidade e a segurança que a companhia precisa. 

Como foi possível perceber, o Identity as a Service traz ferramentas importantes para a segurança de dados e o gerenciamento de acesso nas empresas. Portanto, pesquise as soluções disponíveis para encontrar a mais adequada para o seu negócio. 

Quer saber mais? Acesse o site da FullFace e conheça as nossas soluções para o reconhecimento facial!

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KBA: conheça o método de autenticação Knowledge-Based Authentication

Tempo de leitura: 3 minutos

A escolha dos métodos de autenticação utilizados nos sistemas da empresa é importante para garantir a segurança de dados. Nesse caso, uma das alternativas disponíveis é o KBA. Você sabe como ele funciona?

Para conseguir avaliar corretamente essa opção, é importante conhecer as suas características, aplicações e práticas de segurança envolvidas. Somente assim, você terá condições de identificar se essa é a alternativa ideal para as suas necessidades.

Diante disso, desenvolvemos este conteúdo para explicar o que você precisa saber sobre esse método de autenticação. Acompanhe!

O que é KBA?

KBA é a sigla para Knowledge-Based Authentication, que pode ser traduzido como autenticação baseada em conhecimento. Basicamente, é uma ferramenta que identifica o usuário utilizando um quiz ou questionário sobre os seus dados. 

Teoricamente, ele utiliza informações que somente a pessoa teria conhecimento, então permitiria a validação da identidade na realização de cadastros. Assim, é comum que ele tenha perguntas sobre diversos assuntos, como:

  • algum endereço (rua, bairro ou cidade) onde o usuário morou;
  • vínculos empregatícios anteriores;
  • atividade exercida pela pessoa;
  • nome da mãe;
  • histórico previdenciário.

Para que a validação aconteça, é necessário acertar todas as respostas. Logo, o sistema utiliza o conhecimento demonstrado pelo usuário sobre vários temas de sua vida para verificar se o acesso é seguro. 

Quais são os tipos de KBA?

Esse método pode ser aplicado de duas maneiras: estática ou dinâmica. No primeiro caso, as perguntas são feitas baseadas em informações que foram fornecidas pelo próprio usuário em outro momento com a empresa.

Já o KBA dinâmico coleta informações em bancos de dados públicos e privados, enquanto as perguntas também são geradas em tempo real. Portanto, a pessoa não tem ideia de quais serão as questões apresentadas. 

Quais são as principais aplicações?

O KBA é utilizado por diversos programas presentes na vida dos brasileiros. O portal Meu INSS, que é o site utilizado para fazer pedidos de benefícios previdenciários e outras ações importantes para os trabalhadores, aplica o questionário para validar o cadastro de usuários. 

Ele também é comum em outros sites do governo, como o portal gov.br, o aplicativo e-Título etc. Porém, a funcionalidade não se limita a isso, pois a aplicação é ampla. Veja os usos mais comuns:

  • processamento de transações online: as perguntas são feitas para confirmar a realização de transações, a fim de inibir fraudes;
  • recuperação de login e senha: se o usuário perde esses dados,  o questionário pode ser usado para liberar a criação de um novo acesso;
  • liberação de alterações cadastrais: o objetivo é garantir que o usuário é o responsável pela mudança, evitando roubo de contas e outras fraudes;
  • validação de usuário no call center: nesse caso, ela é feita em uma conversa, quando o profissional faz as perguntas e compara as respostas com o registro do sistema antes de prosseguir com o atendimento. 

O método é totalmente seguro?

O método foi desenvolvido para trazer mais segurança na autenticação, porém, ele não é o mais seguro. O foco do KBA é fazer perguntas que só o usuário saberia a resposta e que, provavelmente, não compartilha com outras pessoas. Além disso, são usadas várias questões para reduzir os riscos de que terceiros consigam fazer a validação.

Mesmo que algumas informações possam ser de conhecimento de outras pessoas próximas, com um volume maior de perguntas, seria mais difícil que terceiros acertassem todas as respostas. Contudo, existem diversos fatores que tornam o método pouco seguro.

O primeiro é o risco de esquecimentos do próprio usuário. Em um KBA dinâmico, os dados coletados podem ser muito antigos e, dependendo da idade da pessoa, é possível que nem ela se lembre da resposta correta. No entanto, esse não é o principal problema, já que normalmente existem diversos conjuntos de questões aplicados, então em uma segunda tentativa isso pode ser resolvido. 

O fator mais grave é o risco de vazamentos de dados e a possibilidade de que terceiros consigam encontrar as respostas para as perguntas por meio de pesquisas na internet ou práticas ilícitas de acesso à informação. As notícias sobre invasão de sistemas e dados vazados, infelizmente, são recorrentes.

Além disso, não podemos esquecer que os “chutes” também podem gerar acertos, especialmente quando as questões apresentam alternativas para o usuário escolher. Assim, mesmo que seja amplamente utilizado, o KBA não é a melhor escolha para quem procura um método de autenticação seguro. 

Se você busca uma alternativa que traga mais proteção, a nossa dica é contar com o reconhecimento facial. Por meio da identificação de mais de mil pontos na face do usuário e um sistema de liveness detection, é possível combater fraudes e trazer mais segurança para os ambientes físicos e virtuais.

Então, gostou de saber mais sobre o KBA? Esperamos que este conteúdo tenha esclarecido as suas dúvidas sobre o assunto. Dessa maneira, será possível avaliar as alternativas para realizar a autenticação de usuários com mais segurança na empresa.

Para aprender mais dicas sobre segurança de acesso, confira o nosso post sobre reconhecimento facial e veja como ele pode beneficiar a sua empresa!

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11 podcasts sobre tecnologia que você precisa ouvir

Tempo de leitura: 4 minutos

As empresas que desejam crescer e se destacar no mercado precisam acompanhar as tendências e inovações para conseguir suprir as necessidades do público e manter a competitividade. Você sabia que é possível fazer isso ouvindo podcasts sobre tecnologia?

Esse é um tipo de conteúdo em áudio, como se fosse uma rádio. Porém, você escolhe o que quer ouvir e quando, além de contar com a possibilidade de baixar os conteúdos para escutar em outro momento. 

Se interessou por essa alternativa? Continue a leitura e conheça 11 podcasts de tecnologia que você precisa acompanhar para conhecer as tendências e inovações tecnológicas. Confira!

1. Braincast

O Braincast é feito pela B9 Company e produzido por Carlos Merigo, que é fundador e editor-chefe na empresa. Ele aborda temas sobre cultura digital, inovação, negócios, criatividade e tecnologia com uma linguagem leve e descontraída, ao mesmo tempo em que oferece conteúdos relevantes e inteligentes.

Além disso, os episódios são feitos com especialistas convidados para debater o tema escolhido. Para facilitar o acesso, ele é totalmente gratuito, basta escolher o melhor canal para acompanhar os conteúdos. 

2. Área de Transferência

O Área de Transferência é produzido por 4 profissionais de tecnologia que debatem as principais tendências e inovações high-tech. Eles são Bruno Casemiro, Guilherme Rambo, Gustavo Faria e Marcus Mendes, que criam os episódios para trazer insights e diferentes pontos de vista sobre as novidades do mercado.

O conteúdo é semanal e disponibilizado de forma gratuita, mas eles contam com um canal para arrecadar fundos por quem desejar auxiliar o grupo financeiramente. Os apoiadores podem sugerir novos temas, além de acompanhar as gravações ao vivo. 

3. Segurança Legal

Um tema essencial para as empresas é a proteção de dados e direitos relacionados à tecnologia. É exatamente sobre isso que o podcast Segurança Legal fala. Com conteúdos produzidos desde 2012, ele conta com grandes nomes entre os participantes: Guilherme Damasio Goulart, Doutor em Direito, e Vinícius da Silveira Serafim, mestre em ciência da computação. 

Os temas tratam de Direito da Tecnologia e Segurança da Informação, além de outros assuntos relacionados. Os episódios são produzidos para discutir temas que estão em alta, com uma análise imparcial, sempre baseada em estudos e fontes relevantes. 

4. UX Podcast

Quem consegue acompanhar conteúdos em inglês, pode conferir o UX Podcast. Ele aborda tecnologia, negócios e vivências pessoais de seus apresentadores no mercado digital — James Royal-Lawson e Per Axbom, ambos designers. 

Já são mais de 200 episódios produzidos com temas relevantes para empresas que focam em inovação, com convidados de diversas áreas para enriquecer as discussões. Um benefício de acompanhar esses conteúdos é ter uma visão mais próxima de outros lugares do mundo. As publicações são quinzenais, gratuitas e disponibilizadas em várias plataformas destinadas à produção de podcasts. 

5. Hipsters Ponto Tech

A Alura é uma plataforma especializada em cursos e formação em tecnologia e, em parceria com a Caelum, outra escola da área, desenvolveu o Hipsters Ponto Tech. Inicialmente, a empresa produzia um podcast com o site JovemNerd: o NerdTech. Porém, o sucesso dos conteúdos levou à criação de um canal exclusivo.

Com vários convidados especialistas participando dos episódios, contando com desenvolvedores e profissionais de diversos países. O podcast aborda temas sobre tecnologia, startups, ux, programação, design, gadgets e outras tendências. Assim, acompanhá-lo pode trazer insights interessantes para a empresa. O conteúdo é produzido semanalmente e o acesso é totalmente gratuito.

6. Cabeça de Lab

Entre os principais podcasts sobre tecnologia, não podemos deixar de falar do Cabeça de Lab. Ele é produzido pelo LuizaLabs, o laboratório de inovação e tecnologia do Magazine Luiza, ou apenas Magalu. A marca ganhou grande destaque no mercado nos últimos anos, então vale a pena acompanhar as ideias compartilhadas. 

Aqui, vale destacar que o foco da LuizaLabs é desenvolver soluções relevantes para os clientes por meio da tecnologia, sempre focando na melhor experiência para os consumidores. Disponibilizado por várias plataformas, ele lança episódios novos todas as sextas-feiras para discutir temas sobre inovação, tendências e negócios. 

7. Mupoca

O Mupoca é outro podcast do grupo B9, com um tom mais descontraído para tratar de comportamento, atualidades, tecnologia e variedades. A ideia é um canal diferenciado, com uma conversa leve e informal — em sua descrição, fica clara a ideia de um bate-papo como se estivessem  em uma mesa de boteco. 

Para isso, os episódios dão produzidos com convidados variados, sempre focando a conversa em um tema específico. Considerando que, muitas vezes, acompanhar as tendências e conteúdos se torna difícil pelas dificuldades da rotina e o próprio cansaço mental do trabalho, essa é uma maneira tranquila e divertida de se manter informado. 

8. Mulheres de Produto

O Mulheres de Produto é uma comunidade de mulheres que atuam ou desejam atuar com produtos digitais, ela fica hospedada no Slack, que é uma plataforma de comunicação comercial. O objetivo é a troca de experiência e auxílio mútuo, baseado na sororidade e, para isso, o canal passou a produzir podcasts.

Eles são produzidos por apresentadoras e profissionais mulheres como convidadas, dando destaque à importância da diversidade no mundo tecnológico. Os temas abordados tratam de inovações e tecnologias, com bastante foco em produtos e negócios. 

9. Wired 

O Wired é um site especializado em tecnologia, um dos pioneiros sobre o assunto. Ela conta com diversos podcasts para discutir os impactos da tecnologia no dia a dia, falando sobre cultura, aplicativos, serviços, negócios, ciência e design. 

Alguns canais ainda trazem temas mais específicos, como cibersegurança, robótica, startups e outros relevantes. Apesar disso, a abordagem não é muito técnica, facilitando a compreensão. Dessa maneira, é possível obter informações interessantes e ótimas ideias para os negócios. Porém, vale destacar que os episódios são em inglês, então é preciso dominar a língua para acompanhar todas as novidades publicadas. 

10. The Changelog

Mais uma opção estrangeira que merece destaque entre os podcasts de tecnologia é o The Changelog. Ele conta com episódios semanais que abordam startups, inteligência artificial, machine learning, softwares e ciência. 

Os apresentadores são Adam Stacoviak, especialista em desenvolvimento de produtos, e Jerod Santo, que tem uma empresa de personalização de softwares. Os conteúdos tratam das últimas notícias da área em conversas com líderes e desenvolvedores, debatendo as novidades e tendências do mercado. 

11. Ideacast

A Harvard Business Review, ou HBR, é uma das maiores revistas sobre gestão empresarial e criou o Ideacast. Ele é, basicamente, uma versão em áudio das publicações feitas, trazendo entrevistas com gestores, cientistas, jornalistas e outros profissionais para falar sobre temas relacionados ao mercado e negócios.  

Produzido por dois editores da revista, Alison Beard e Curt Nickisch, o podcast é gratuito e faz publicações semanais trazendo insights sobre inovação e tecnologia, com o objetivo de ajudar os empreendedores em negócios de diferentes portes. 

Agora que você já conhece as principais dicas de podcasts sobre tecnologia, aproveite para organizar a rotina e conferir os conteúdos. Dessa maneira, é possível acompanhar as tendências e ter os melhores insights para o seu negócio. 

Quer conferir outras dicas? Siga as nossas redes sociais e fique por dentro dos nossos conteúdos: no LinkedIn você confere todas as nossas novidades!

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O que é API e por que investir nessa interface para sua empresa

Tempo de leitura: 5 minutos

API: interface de programação de aplicativos em tela virtual

Mesmo que você ainda não saiba o que é API, sem dúvidas você já se deparou com essa interface ao navegar pela internet ou utilizar programas. Essa é uma ferramenta bastante interessante, pois auxilia em diversas tarefas e disponibiliza mais funcionalidades.

Por exemplo, você já acessou um site de hotel ou imobiliária, e se deparou com uma imagem gerada pelo Google Maps para mostrar a localização? Isso é possível graças à API. Portanto, ela pode ser usada para melhorar as experiências internas e externas da empresa, abrangendo colaboradores, fornecedores e consumidores.

Diante disso, é importante entender de que se trata essa interface e por que vale a pena investir nessas soluções. Tem interesse no assunto? Então, continue com a gente e saiba mais!

O que é API e como funciona?

API é a sigla de Application Programming Interface que, em português, significa Interface de Programação de Aplicativos. É uma tecnologia que permite que diferentes aplicativos e softwares conversem entre si, interligando os recursos necessários para o bom funcionamento das ferramentas. 

Ou seja, por meio dessa interface, dois ou mais programas ou plataformas distintas conseguem se comunicar a agregar funções. Para isso, são utilizados códigos específicos, disponibilizados pelo desenvolvedor, para conseguir integrar as funcionalidades desejadas. 

Um meio de pagamento online, por exemplo, pode ser integrado a um e-commerce por meio de uma API, permitindo que o usuário quite a compra sem precisar acessar outros sites. Então essa interface serve como ponte, transportando os dados entre o cliente e o servidor, sem que o usuário perceba os processos.

Quais são os tipos de API?

As APIs podem ser públicas, privadas ou parceiras, o que altera alguns detalhes sobre o seu funcionamento. Por isso, vale a pena entender as diferenças antes de pesquisar as soluções ideais para o seu negócio. 

API pública ou aberta

Essas APIs são desenvolvidas de modo que podem ser usadas por qualquer empresa ou desenvolvedor, sem se limitar apenas ao uso interno da organização ou do time responsável pelo projeto. Nesse caso, elas podem ser gratuitas ou pagas, com diversas modalidades de pagamento (créditos, mensalidades etc.). Um exemplo conhecido e já citado neste post é o Google Maps. 

API privada

Nesse caso, a API é desenvolvida para ser utilizada exclusivamente por uma organização, fornecendo acesso aos sistemas e dados internos. Por se tratar de uma API privada , são acessadas apenas pelos desenvolvedores e pessoas autorizadas. Geralmente, o seu uso é focado em otimizar processos e integrar informações de diversos setores ou sistemas. 

API parceira

O diferencial desse tipo de API é que ela conta com uma ferramenta de controle de acesso, permitindo liberar as funcionalidades para determinados usuários e parceiros de negócios. 

Quais os benefícios de investir em API?

Agora que você já sabe o que é API, que tal aprender mais sobre as vantagens que essa interface pode trazer? Nem sempre as empresas entendem o potencial dessa ferramenta, então separamos alguns pontos que demonstram por que vale a pena investir nessa opção. 

Poder de integração e versatilidade

Um dos principais benefícios é a facilidade de integração e a versatilidade das APIs, já que eles são desenvolvidos de modo a se encaixarem facilmente em outros sistemas, mesmo que eles sejam diferentes. Os outros tipos de ferramentas costumam exigir a compatibilidade entre softwares, limitando bastante o uso ou exigindo alterações nas plataformas utilizadas.

Isso reduz o tempo necessário para acrescentar novas funcionalidades aos sistemas, o que também afeta os recursos financeiros investidos e aumenta os benefícios. Como a opção facilita a integração e troca de dados, também fica mais fácil criar conexões com empresas parceiras

Simplificação de processos

Como as APIs são integradas aos sistemas já existentes, elas podem ajudar a simplificar os processos da empresa por meio do acréscimo de funcionalidades, sem que isso exija um longo trabalho dos desenvolvedores na criação de novos códigos e funções. 

Ademais, ao proporcionar a integração dos sistemas, a interface também automatiza os processos de troca de informações e extração de dados. Isso reduz a necessidade de trabalho manual e facilita a conclusão das tarefas, enquanto o restante do time consegue se dedicar às outras atividades importantes para o negócio. 

Melhora na experiência do usuário

A API é utilizada sem que isso seja notado pelo usuário final, o que significa que todas as ações conseguem ser feitas sem a necessidade de trocar de ambientes e concluir mais etapas. Outro ponto é que a existência dessas interfaces permite que a empresa procure soluções e melhorias constantes para o seu sistema, principalmente diante da facilidade de customização. 

Em geral, a inclusão das APIs não alteram as ações normalmente adotadas pelos usuários, então não é necessário que eles mudem a rotina constantemente. A prática tem impactos positivos no ambiente interno, mantendo o dia a dia dos colaboradores ao utilizar o sistema, mas também traz benefícios em relação aos clientes, como acontece nos e-commerces. 

Segurança de dados

A praticidade não prejudica a proteção dos dados compartilhados por meio da API. Na verdade, a interface desenvolvida conta com ferramentas de segurança para controlar o compartilhamento de informações, limitando o acesso aos itens que são realmente necessários para o seu funcionamento. 

No entanto, é válido  destacar a importância de procurar boas parcerias para a instalação da API, para ter certeza sobre a adoção de todos os cuidados necessários para proteger a sua empresa e os seus clientes. 

Por que ter um API de reconhecimento facial?

Depois de conhecer o que é API e os benefícios, vale a pena entender as diferentes soluções do mercado. Uma alternativa que merece destaque é o uso de ferramentas de reconhecimento facial para a proteção de dados nos ambientes digitais, como e-commerces, softwares de gestão, aplicativos, entre outros. 

Para isso, vale conhecer o lVision Api, desenvolvido pela FullFace. A API pode ser integrada a qualquer software e hardware de captura de imagem, utilizando a biometria facial para identificar usuários e validar os acessos. 

Isso é feito com aplicação de uma tecnologia diferenciada, que captura as imagens e converte-as em dados, criando um CPF facial que evita a manutenção de bancos com diversas fotografias. Assim, cada usuário tem um código de identificação único para trazer mais segurança.

A captação e identificação da imagem é feita em menos de um segundo e considera mais de 1000 pontos do rosto dos usuários antes de liberar o acesso. Dessa forma, a API traz toda a proteção que o seu sistema precisa.

E quem deseja mais soluções como essa, também é possível contar com soluções de controle de logins em ambientes corporativos, liberação e monitoramento de acessos físicos e proteção de lockers, tudo isso de forma contactless. 

Então, gostou de aprender o que é API e os benefícios que eles proporcionam? Essa interface facilita o acesso a diversas ferramentas pela empresa, então vale a pena considerar essas soluções para implementar melhorias nos sistemas internos.

Se você quer saber mais sobre essa alternativa, acesse o site da FullFace e conheça as nossas soluções!

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Quais os tipos de biometria existentes? Conheça os principais

Tempo de leitura: 3 minutos

Tipos de biometria: homem usando tecnologia de digitalização biométrica de impressão digital

Quando se fala em meios seguros para a identificação de usuários, controle de acesso e proteção de dados, é comum pensar nos tipos de biometria disponíveis. A técnica se baseia em características físicas únicas nas pessoas para garantir a segurança de ambientes físicos e digitais. 

Mas você sabe quais são os tipos existentes? Muitas pessoas associam a biometria apenas àquela feita com a digital, mas existem outras formas de fazer o reconhecimento do usuário.

Aqui, vale lembrar que o termo biometria trata das técnicas e tecnologias envolvidas para identificar as pessoas de maneira única a partir de características físicas ou comportamentais. Neste conteúdo, você conhecerá as principais maneiras de fazer esse reconhecimento. Vamos lá?

Impressão digital

Esse é o tipo mais conhecido: ele usa a impressão digital, que fica na falange dos dedos. As marcas e linhas desenhadas são únicas em cada pessoa, o que ajudaria a garantir a identificação correta. Inclusive, é o meio mais antigo utilizado para a biometria.

Ao fazer documentos, por exemplo, é normal que seja feita a coleta da impressão digital — no Registro Geral (RG) ela fica abaixo da foto. Além disso, ela pode ser usada para substituir a assinatura de pessoas analfabetas em documentos. 

A coleta e o reconhecimento podem ser feito por diversos tipos de sistemas, como leitores óticos ou capacitivos. O segundo você já deve conhecer, pois ele é usado em smartphones e tablets que oferecem a biometria de impressão digital como alternativa para bloquear e desbloquear o aparelho. 

Geometria das mãos

Essa leitura é feita considerando diversas características da mão, que, em conjunto, oferecem traços únicos para a identificação. Alguns pontos captados pelos sistemas são:

  • tamanho dos dedos;
  • tamanho e formato da mão;
  • desenho das articulações;
  • espaçamento entre os dedos.

Contudo, esse tipo de biometria tem algumas desvantagens. A principal trata das variações no posicionamento das mãos a cada verificação. Como são diversos fatores avaliados, nem sempre as leituras conseguem ser exatas. Além disso, anéis e acessórios podem prejudicar o resultado.

Reconhecimento de voz

O reconhecimento de voz ficou mais conhecido pelo uso de assistentes virtuais, como a Siri, a Cortana e a Alexa, que realizam ações solicitadas após reconhecer a fala do usuário. Porém, a aplicação também pode ser usada para a identificação de pessoas.

Nesse caso, a voz é capturada por microfones e as ondas analógicas são transformadas em dados digitais. Assim, eles são interpretados e analisados pelos sistemas para validar os acessos. Entretanto, ele encontra algumas limitações, já que existem diversos fatores que alteram a voz, como o envelhecimento e hábitos como o tabagismo. 

Reconhecimento de íris e retina

Antes de tudo, vale a pena esclarecer de que se trata essa forma de reconhecimento. A íris é a membrana que forma a parte colorida dos olhos, que também é única em cada pessoa, composta por fibras musculares.

Já a retina é a parte do fundo dos olhos, que conta com vários vasos sanguíneos. Nos dois casos, o organismo forma padrões únicos que permitem identificar o usuário. No entanto, a leitura pode causar incômodos, pois utiliza sensores infravermelhos e exige que a pessoa olhe fixamente para um determinado ponto durante o processo, que não é tão rápido.  

Reconhecimento facial

Você sabia que nem mesmo os gêmeos idênticos são realmente iguais? Esse fato faz com que o reconhecimento facial consiga identificar os usuários com bastante segurança, sem exigir contato com o sistema. 

Nesse caso, o sistema identifica cerca de mil pontos no rosto do usuário e válida eles para criar o registro por meio da conversão de imagem em dados. É como se a pessoa criasse um CPF digital. Assim, a imagem do usuário é captada por uma câmera que fará o reconhecimento para liberar o acesso.

E se você está se perguntando se não seria possível fraudar o sistema com fotos, vídeos, máscaras e outros artifícios, a resposta é não. A ferramenta conta com o Liveness Detection, uma tecnologia que identifica se a imagem captada é de um indivíduo vivo, combatendo as tentativas de spoofing.

Dessa maneira, esse é um dos tipos de biometria mais vantajosos, garantindo agilidade no reconhecimento (que é feito em menos de um segundo), conforto do usuário durante a captação e segurança na liberação de acessos em ambientes físicos e digitais.

Como foi possível notar, existem diferentes tipos de biometria, então é preciso saber como avaliar cada um para encontrar o ideal para as suas necessidades. Em todos os casos, conte sempre com uma empresa de confiança para implementar o sistema e garantir a proteção que você precisa. 

Gostou do conteúdo? Que tal aprofundar seus conhecimentos sobre o tema? Descubra 5 formas de uso da tecnologia de biometria facial!

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LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados): como funciona e quais os impactos para sua empresa?

Tempo de leitura: 5 minutos

Cientista feminina analisando LGPD em dispositivo móvel

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), ou Lei nº. 13.709/2018, foi criada para regulamentar o tratamento de dados pessoais feitos por pessoas físicas e jurídicas. A entrada em vigor da norma aconteceu em 18 de setembro de 2020, mas antes disso foi alvo de discussões e prorrogações. 

Por causa disso, o tema gera muitas dúvidas entre as empresas, principalmente sobre os impactos que ela traz e as maneiras de se adequar às normas. Você tem curiosidade sobre o assunto?

Neste conteúdo vamos esclarecer as principais dúvidas sobre a Lei Geral de Proteção de dados e seus impactos nas empresas. Acompanhe!

Como funciona a LGPD?

A LGPD traz normas importantes sobre como os dados de usuários serão tratados, com o objetivo de proteger determinados direitos fundamentais garantidos a todas as pessoas. São eles:

  • liberdade;
  • privacidade;
  • livre desenvolvimento da personalidade. 

Na verdade, ela é resultado da necessidade de disciplinar os cuidados com os dados fornecidos pelos usuários e de regulamentar as penalidades aplicadas diante de irregularidades. Além disso, a norma foi  inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), da União Europeia. 

Na Europa, a lei foi criada como resposta ao escândalo da Cambridge Analytica, que utilizou dados de usuários do Facebook para manipulações políticas. Isso trouxe os holofotes para a importância de dar o controle dos dados aos próprios usuários e a necessidade de maiores regulamentações sobre o assunto. 

O que muda com a LGPD?

A LGPD revoluciona a maneira como grande parte das empresas está habituada a lidar com os dados de seus clientes, funcionários, fornecedores e terceiros. Aqui, já é possível notar que a mudança é ampla e não trata apenas de direitos do consumidor: ela engloba todos os titulares de dados armazenados pela organização. 

Para facilitar a compreensão sobre as mudanças implementadas pela legislação, separamos os principais pontos e vamos tratá-los nos próximos tópicos. Veja só!

Princípios aplicados ao tratamento de dados

A lei traz um rol de princípios que devem ser observados pelas empresas ao trabalhar com o tratamento de dados. O principal é a boa-fé, ou seja, o objetivo de agir com lealdade e justiça, com boas intenções. Depois, há uma lista com mais 10 itens, olha só:

  • finalidade: os objetivos devem ser legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular;
  • adequação: o uso dos dados deve ser sempre compatível com a finalidade informada;  
  • necessidade: é preciso tratar o mínimo de dados possíveis, sempre considerando os que são realmente pertinentes e sem excessos.
  • livre acesso: os titulares devem ter acesso facilitado e gratuito aos dados, a forma e a duração do tratamento, além de ter garantia da integridade dos registros;
  • qualidade dos dados: os dados devem ser exatos, claros, relevantes e atuais, sempre considerando a necessidade e finalidade do tratamento;
  • transparência: os titulares devem receber informações claras, precisas e acessíveis sobre o tratamento e agentes envolvidos, com exceções apenas quando se tratar de segredos comerciais ou industriais;
  • segurança: trata da aplicação de medidas técnicas e administrativas para proteger os dados contra acesso não autorizado, vazamentos e outros danos;
  • prevenção: complementa a segurança, tratando da necessidade de adotar medidas preventivas em relação a possíveis danos em decorrência do tratamento de dados;
  • não discriminação: o tratamento de dados não pode ser usado com fins discriminatórios, ilícitos ou abusivos;
  • responsabilização e prestação de contas: a empresa deve prestar contas sobre a adoção e aplicação de medidas de proteção e será responsabilizada pelo descumprimento.

Consentimento do titular

O consentimento do usuário é um dos pontos centrais da Lei Geral de Proteção de Dados. Basicamente, nenhum dado poderá ser tratado sem que a prática tenha sido autorizada de maneira expressa e clara pelo titular.

E não basta ter modelos simples e genéricos para qualquer coleta de dados. A autorização precisa ser específica, indicando finalidades determinadas para o tratamento das informações, sendo que os consentimentos gerais serão nulos.

Além disso, o consentimento pode ser revogado a qualquer momento e, caso aconteça alguma alteração na finalidade de tratamento dos dados, o titular deve ser informado para reiterar a autorização ou revogá-la. Tudo isso traz mais transparência para os processos.

Direitos dos titulares

A LGPD lista os direitos que são garantidos aos titulares dos dados. Primeiramente, ela ressalta o direito à liberdade, à intimidade e à privacidade. Em seguida, ela determina que eles podem requerer das empresas a qualquer momento:

  • a confirmação sobre a existência de dados tratados;
  • o acesso aos dados;
  • a correção de dados que estejam incompletos, inexatos ou desatualizados;
  • a anonimização, o bloqueio ou a eliminação de informações desnecessárias, excessivas ou tratadas sem observar as regras da LGPD;
  • a portabilidade dos dados para outro fornecedor de produto ou serviço;
  • a eliminação dos dados tratados;
  • a informação sobre quais instituições públicas e privadas acessaram os dados por meio de compartilhamento;
  • revogação do consentimento.

Outro ponto relevante são os dados sensíveis, que são aqueles que tratam de etnia, religião, política, saúde, vida sexual etc. Eles devem ter um nível maior de proteção e exigem autorizações específicas. 

Aplicação de penalidades

A lei também define as penalidades que serão aplicadas a quem descumprir as normas. Elas variam conforme a ação e a gravidade, indo desde advertências simples até a paralisação de atividades que utilizem os dados. Em meio às punições, vale destacar as multas, que podem chegar a R$ 50 milhões. Um valor bastante alto que demonstra a importância de se adequar, não é?

Quais os impactos nas empresas?

As boas práticas em relação ao tratamento de dados dos usuários não são um tema recente, porém, muitas empresas ainda não tinham se adequado. Com a vigência da LGPD, é obrigatório que as empresas adotem as medidas para atender a legislação, caso contrário, elas podem sofrer penalidades.

Dessa maneira, além das tarefas que já fazem parte da rotina de gestão, é preciso se preocupar com processos de segurança de dados e cumprimento dos requisitos da LGPD. Algumas práticas que devem ser incluídas no dia a dia são:

  • reavaliação de dados solicitados e mantidos pela empresa;
  • adoção de sistemas de segurança e técnicas de anonimização;
  • reavaliação de contratos e parcerias, a fim de manter ativos somente àqueles com empresas que tenham se adequado à LGPD;
  • criação de canais de contato que viabilizem a garantia de direito dos usuários, como solicitação dos dados, revisão, revogação de autorizações etc. 

Como se adequar à lei?

Bom, depois de aprender sobre a LGPD e os impactos que ela traz para o negócio, provavelmente você quer saber como se adequar às normas. A tarefa pode ser desafiadora, então listamos algumas dicas que podem ajudar. Conheça:

  • faça um diagnóstico sobre o uso de dados: veja como eles são usados e aplicados;
  • categorize as informações: defina o que deve ser mantido ou descartado, prazos para reavaliação e controle de acesso por hierarquia;
  • implemente medidas de proteção: os sistemas de armazenamento devem ser seguros contra perda, alterações e vazamentos;
  • treine a equipe: todos os colaboradores precisam entender as normas da LGPD e como segui-las;
  • revise contratos, termos de uso e política de privacidade.

Para ajudar nos processos de adequação, a LGPD determina a criação de um comitê de compliance e a nomeação de um Data Protection Officer (DPO), o profissional encarregado por comandar as atividades de proteção dos dados na empresa. 

Além disso, é fundamental que o gestor realmente estude a legislação e, se necessário, procure suporte profissional, como uma assessoria jurídica. O processo de adequação exige muito cuidado para que todos os critérios sejam atendidos e a empresa não tenha problemas no futuro causados por irregularidades. 

Como foi possível notar, a LGPD trouxe inovações importantes para os processos da empresa, afinal, diversas atividades envolvem a coleta e o tratamento de dados. Esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a entender os impactos dessa mudança e como começar a adaptação do seu negócio.

Se você gostou do conteúdo, aproveite para entender os impactos da transformação digital na segurança da informação!

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O que é Gestão de Identidades e Acessos (IAM)?

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Gestão de identidades e acessos: homem clicando em cadeado representando uma rede de segurança de dados holográfica

A Gestão de Identidades e Acessos (IAM), do inglês Identity and Access Management, é um conjunto de processos, tecnologias e políticas criados para gerenciar as identidades eletrônicas ou digitais. Fazem parte das medidas de segurança da informação que devem ser adotadas pelas empresas. 

Com a computação em nuvem, trabalho com acesso remoto e crescimento do uso da tecnologia no dia a dia das pessoas, essa proteção se torna essencial para reduzir os riscos de acessos indevidos, sequestro e vazamento de dados.

Quer saber como funciona e os benefícios da IAM para a sua empresa? Então continue a leitura deste post e esclareça as suas dúvidas sobre o assunto!

Como funciona a Gestão de Identidades e Acessos?

Na Gestão de Identidades e Acessos, o sistema gerencia diversas funções e privilégios de usabilidade. Assim, diante de uma tentativa de login, ele verifica se o usuário tem ou não permissão para acessar os dados e, se for o caso, limita o uso da plataforma.

Então, basicamente, a IAM cria uma identidade digital para o usuário e controla o acesso, sempre de acordo com as políticas de segurança implementadas pela empresa. Por causa disso, ela consegue exercer funções como:

  • identificação dos indivíduos no sistema;
  • atribuição de função a cada usuário, conforme as permissões atribuídas;
  • adição, remoção e atualização dos indivíduos e de suas funções no sistema;
  • atribuição dos níveis de acesso para uma pessoa ou grupo de usuários;
  • registrar históricos de acesso ao sistema e elaborar relatórios de uso;
  • proteção dos dados confidenciais da empresa;
  • proteção do próprio sistema que utiliza a IAM. 

Com tantas atribuições, fica fácil perceber por que o sistema é tão importante: ele é a ferramenta ideal para empresas que se preocupam com a segurança da informação e precisam de meios eficazes para realizar o controle de acesso de usuários. 

Quais são os benefícios que a IAM proporciona?

Por ser um sistema flexível, com diversas possibilidades para criar fluxos, definir privilégios e determinar as formas de acessos, ele já é bastante vantajoso. Mas é possível encontrar ainda mais benefícios ao aplicar a IAM na sua empresa. Veja só:

Diminui a complexidade dos acessos

O sistema é voltado para a agilidade e segurança, então ao mesmo tempo em que ele faz a gestão dos acessos, ele diminui a complexidade e aumenta a proteção das contas. Não é preciso utilizar diversas senhas (e lembrar de todas), pois o usuário tem uma identidade digital cadastrada, é possível reduzir erros, esquecimentos e evitar fraudes, além de facilitar a automatização de muitas tarefas envolvidas.

Centraliza a gestão dos usuários

Esses sistemas contam com dashboards completos, que trazem as diferentes informações sobre acessos, indicadores e criação de relatórios. O benefício é que as pessoas responsáveis pelo setor terão acesso fácil a todos os dados necessários para acompanhar a estratégia e entender os detalhes de uso dos usuários, com horário de login, dispositivo usado e outros detalhes que ajudam a verificar a segurança dos acessos. 

Reforça a segurança de fluxos de informação

Todas as ferramentas utilizadas e o próprio sistema de Gestão de Identidades e Acessos trazem mais proteção para os fluxos de informação da empresa, então atua de forma preventiva para fraudes conhecidas, como phishings, sequestro de dados, vazamentos e acessos não autorizados a informações confidenciais.

Como fazer a Gestão de Identidades e Acessos?

A IAM é implementada utilizando sistemas que fazem a autenticação do usuário de forma eficaz e eficiente, caso contrário, ela não atingirá o seu objetivo. Porém, existem diferentes maneiras de autenticar os acessos. Para aumentar a segurança, é comum utilizar a de dois fatores, que exige uma senha e outra ferramenta, como uma senha enviada por e-mail, SMS ou app. 

Contudo, uma maneira de trazer mais segurança para todo o processo é utilizar a biometria facial em conjunto com a IAM. Assim, é feita a coleta da imagem do usuário e, depois, ela será comparada com os dados arquivados para validar a identidade.

Na FullFace você encontra soluções de reconhecimento facial inovadoras, que avaliam cerca de mil pontos no rosto do usuário e contam com um sistema que faz a análise de prova de vida, combatendo tentativas de fraude. Assim, você conta com uma solução inteligente e inovadora para implementar a Gestão de Identidades e Acessos na sua empresa.

Então, ficou interessado nessa solução? Acesse a página de Soluções da FullFace para conhecer os nossos serviços!